Futebol Glorioso em Chapecó
Ontem acabei não comentando a grande vitória do Botafogo em Chapecó. E não falei por um motivo simples: não vi a partida do Glorioso. Optei por acompanhar o clássico nacional em São Januário, que não me agradou, embora, ao menos, tenha feito justiça no placar.
Lá em Santa Catarina, o Alvinegro carioca parece ter reencontrado o caminho do gol: fez 4 a 1 e, pelo que se diz, poderia ter sido até mais. Não entro nesse mérito — quem não viu, melhor não inventar análise. Fico apenas com o registro: foi uma bela e necessária vitória de um time que precisava, e muito, de uma atuação como essa diante da Chapecoense.
Se já considerei fraco um 2 a 1 em São Januário, imagine o que seria dizer do 0 a 0 entre Vitória e Corinthians. Esse, sinceramente, nem exigia transmissão ao vivo: bastaram os melhores — ou piores — momentos para entender o sofrimento. O Timão não fez o suficiente para vencer, e o Rubro-Negro baiano, menos ainda.
Vi apenas trechos do jogo no Mineirão. Torço para que o Cruzeiro reencontre seus melhores dias — por motivos pessoais e familiares, já que minha neta é torcedora da Raposa. A vitória sobre o Grêmio pode ser um sinal de retomada. Um placar discreto, 2 a 0, mas suficiente para indicar um time mais seguro, mais organizado.
Será que estou certo? Ainda é cedo para cravar. Mas, para quem buscava confiança, foi um passo importante.

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