Postagens

Postagem em destaque

Opinião de Categoria

Imagem
Considerações -  Comentário de José Luiz da Silva - O Categoria    1- o normal em qualquer Copa do Mundo desde sua criação é cada seleção participante voltar de mãos abanando, pois apenas uma volta carregando a auspiciosa e cobiçada Taça de Campeão; 2- nosso Brasil voltou por cinco vezes carregando essa cobiçada Taça — aliás, a atual só duas vezes, pois a taça das três primeiras conquistas, a Taça de Ouro Júlio Rimet, foi surrupiada na sede da CBF e transformada em barra de ouro (nunca descobriram os autores do sumiço); 3- já tivemos seleções muito melhores tecnicamente do que a atual e voltaram de mãos vazias — destaco a de 1966 e a de 1982, que possuíam grandes craques e se deram muito mal. A Seleção de 1966 tinha gênios como Pelé e Garrincha, além de tantos novos valores que vieram a ser campeões em 1970 no México. A Seleção de 1982 foi a que mais machucou nossos corações, pois tinha tantas estrelas que parecia até uma constelação — destaco: Zico, Júnior, Sócrates, Fal...

E a Copa continua

Imagem
Não só os brasileiros ficaram decepcionados com sua seleção, os mexicanos, ontem eliminados pela Ingglaterra, não esperaravam a queda e aquela alegria, típica do povo do país, tal como a nossa por aqui, se transformou em uma tristeza coletiva e fez ruir tudo aquilo que eles esperavam, uma alegria que tirasse da face deles as lágrimas por momentos ruins do povo mexicano.  Enquanto isso, na Inglaterra, o povo fechado para alegria, comemorava em praça pública, assim como os frios noruegueses fizeram em todo o páis após eliminarem México e Brasil, dois países festeiros e alegres por natureza. A vida segue e hoje tem mais lágrimas e mais sorrisos e dois jogos a contar a história da Copa do Mundo de 2026.  Duas seleções mandantes já deram adeus, México e Canadá, e hoje os Estados Unidos enfrentam a Bélgica e tentam dar uma alegria a um dos países organizadores, mas o jogo é complicado e uma decisão da Fifa, segundo informações a pedido de Trump, retirou o cartão vermelho do artilhei...

Triste, mas é realidade

Imagem
                                 Volta pra casa, Brasil Procurei um texto para comentar o segundo tempo da Seleção Brasileira contra a Noruega, mas não encontrei. Na verdade, o que vi em campo foi algo que eu jamais imaginei. E você, que torceu, sofreu e até chorou, também não esperava assistir a isso. Foi muito diferente daquela eliminação de 1982, diante da Itália, na Copa da Espanha. Naquele dia, o Brasil jogou um futebol digno da vitória e acabou derrotado de forma dolorosa. Hoje, contra a Noruega, a derrota foi justa, incontestável. Não houve arbitragem para culpar, nem antijogo para lamentar. Apenas um adversário melhor e um Brasil incapaz de reagir. Neymar e Endrick entraram em campo, Casemiro permaneceu, mas as duas estrelas pouco brilharam e o experiente camisa 5 seguiu sem conseguir mudar o rumo da partida. Neymar só foi realmente notado quando recebeu um cartão amarelo e converteu um pêna...

Opiniao de intervalo

  Fim de primeiro tempo de um jogo que comecou com um gol anulado, impedimento claro,  da Noruega, passou por um pênalti,  marcado pelo VAR, perdido bisonhamente por Bruno Guimarães,  e um toma lá da cá, erra aí que eu erro aqui, um momento de emoção  com boa chance de Vinicius Jr e, o melhor,  para os brasileiros, a boa marcação da defesa sobre Halland.  E foi isso que vi. Segundo tempo tem que ter mais velocidade e seria bom com Endrik ou até mesmo Neymar. 

Coração acelerado. Vai Brasil

Imagem
  Hoje tem Brasil na Copa do Mundo e a festa já toma conta de todo o território nacional. Se vencer a Noruega, a Seleção garante vaga nas oitavas de final e o carnaval entrará pela noite. Chope, churrasco, cerveja e tira-gostos tomarão conta das mesas de bares, botecos e quintais brasileiros. Poucos cogitam um tropeço. O brasileiro é otimista por tradição. Mas, pelo menos pelo que ouço nas conversas pelas ruas e esquinas, há um temor que é quase unânime: . O viking de cabelos longos e loiros é respeitado não apenas pelos pachecos de plantão, mas também pelos verdadeiros conhecedores do futebol. Não direi "quero que o Brasil perca". Hoje é domingo, um dia especial, perfeito para viver todas as emoções que o futebol proporciona. O nosso povo ama esse esporte e, em jogos decisivos como este, esquece até as críticas feitas a e até mesmo quem, em algum momento, disse que torceria contra. Hoje é dia de vestir a camisa, sair às ruas e gritar bem alto: Vai, Brasil! É rumo ao hex...

França rumo ao título

  Assisti ao jogo isolado, quieto em um cantinho do Sesc Grussai. E a meu lado um punhado de torcedores do Paragusi secando a França. Mas 90% era de torcedor de Copa do Mundo, a ponto de me fazer ouvir: Este Paraguai é um timaço, melhor que o Brasil. Ai esperei algum tempo. Pênalti para França, gol de Mbappé e saí de fininho. Jogo decidido e voltei para a festa.

Com vocês: Zé Maria de Aquino

Imagem
            Um campeão africano? José Maria de Aquino  Alguns jogos dessa Copa Espalhada têm me levado a pensar no que dizia o Joca, aquele baixinho comportado lá da minha Santa Terrinha, Miracema, noroeste do Estado do Rio, fiel frequentador das sessões do Cine Sete, nas noites de sábado. O programa, anunciado em grandes e belos cartazes pintados pelo Sílvio Felix, que mais atendia por Buru, era sempre igual: um "farveste" e um capítulo do seriado. O ritual do Joca, funcionário da Serraria do Melchiades Cardoso, também era o mesmo: passava na padaria do Argentino, comprava uma dúzia de rosquinhas - daquelas que faziam barulho quando mastigadas e tirava seu ingresso. Eram duas sessões, às 18 e às 20 horas. Joca preferia a das 20. Ia no "poleiro", local mais barato, mais longe da tela, alcançado uma uma estreita escada de madeira.  Sentava na primeira fila e assim que as luzes eram apagadas, mordia a rosquinha e fazia o mesmo desafio - nunca aceit...