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Na fila do pão: Vasco cai?

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Todas as manhãs e tardes, a pergunta na padaria é a mesma: "Dutra, o Vasco cai?". Mantenho minha resposta negativa, apesar das piadas dos rivais e do Claudinho. Confio no trabalho da nova gestão do clube. A conversa se repete por conta das provocações do Claudinho, o vascaíno da padaria, que adora brincar com os torcedores que chegam por lá. Hoje temos dois jogos decisivos. Às 19h30, a Chapecoense enfrenta o Mirassol, primeiro time fora do Z-4, com 37 pontos. Mais tarde, às 21h30, o Internacional recebe o Coritiba no Beira-Rio em uma partida fundamental para fugir do rebaixamento. Enquanto isso, sigo firme nas minhas convicções, apesar das risadas e provocações do Claudinho.

Quem cai? Quem coloca a faixa?

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E, como prometi, um rápido balanço sobre o Brasileirão e ver quem pode cair, quem já caiu e quem escapará das garras da arbitragem brasileira na ponta e na rabeira da tabela de classificação.  Sim, não se empante com esta citação, pelo que estou vendo, nos jogos do campeonato nacional, e seus sopradores de apito em ação, o campeão e os rebaixados serão definidos em um sopro do apito amigo com anuência da entidade maior do nosso antigo alegre futebol.  Depois da festa vem o trabalho e meu trabalho hoje e fazer cálculos e buscar informações, e este ano é um trabalho fácil, lá em cima o Flamengo tem um único adversário, o Palmeiras, se vencer o Grêmio, e o Furacão, dia 18 de novembro, isso mesmo, tem nova parada para as entidades nacionais em todo o Planeta Fifa, o Rubro-Negro carioca tem a grande chance de entrar no confroto direto como campeão antecipado, o clássico entre os dois ex-Palestras Itália, Cruzeiro x Palmeiras, pode ajudar o Flamengo.  A parte debaixo está incom...

Daronco estragou o domingo da Copa do Brasil

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                        DE MIRACEMA, COM CULTURA, AO FUTEBOL, COM POLÊMICA Segunda-feira, feriado de Finados. Estou de volta a Campos dos Goytacazes depois de passar cinco dias na minha Miracema, onde pude acompanhar de perto como anda o relacionamento da cidade com a cultura e o folclore. E posso garantir: nada mudou. Continua tudo em paz, num relacionamento sério, daqueles que resistem ao tempo. Um casamento praticamente perfeito, com raízes que remontam aos anos 1920, quando começaram a ganhar força os movimentos separatistas que ajudariam a escrever um novo capítulo da história da terrinha. Mas segunda-feira, aqui neste espaço, é dia de futebol. Dia de dicas, notícias, observações e comentários sobre a rodada do fim de semana do nosso Brasileirão. E, como tivemos apenas um jogo da principal competição da CBF, o assunto acaba sendo outro: a arbitragem. Mais precisamente, Anderson Daronco. O jogo principal da Copa do Brasil f...

Que sábado! Haja coração

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  QUANDO A MÚSICA TOCA, O CORAÇÃO RESPONDE Por Adilson Dutra — Penacho Que sábado! Que noite de sábado! Quantas emoções estavam reservadas para mim neste 31 de outubro de 2026! Não precisava ser assim, tão intenso, tão apaixonante, tão carregado de lembranças. Mas, já que a vida resolveu me oferecer uma noite dessas, deixei acontecer. Sem medo das consequências. Medo? Sim, medo! Afinal, emoções também provocam alterações na pulsação, aceleram as batidas e fazem estremecer este peito já cortado, mas que continua abrigando um coração cheio de amor para dar. Principalmente quando o assunto é Miracema. Foi um sábado de bandas de música. Bandas centenárias! A mais nova com 128 anos de história, a mais antiga caminhando para os 185. E pensar que duas delas me viram, e me ouviram, soprando meu piston, tentando arrancar do instrumento as notas de um dobrado. Inclusive aquele que, na noite de ontem, voltou a ecoar pela Praça Dona Ermelinda, executado pela mais antiga das bandas: o tr...

Uma volta ao passado - A esquina da Kiskina

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KISK A ESQUINA ONDE MIRACEMA SE ENCONTRAVA Por Adilson Dutra — O Penacho Estou na Terrinha. E, quando estou aqui, não resisto a repetir minha frase favorita: Sou feliz, sou de Miracema! Hoje, neste espaço onde costumo falar de futebol, viagens, histórias e causos da vida, abro uma exceção para uma lembrança que chegou pelas mãos de um querido amigo. Flávio Franco, o nosso eterno Pispia, publicou em sua página do Facebook uma recordação de um lugar que marcou gerações. Um lugar que vi nascer, frequentei intensamente e, felizmente, não tive o desprazer de assistir ao seu fechamento. A Kiskina Chope! E a lembrança chegou numa data especial. Hoje, 31 de outubro, completo 41 anos de vida campista. Já recebi até o título de Cidadão Campista, mas continuo sendo, de corpo, alma e coração, aquele menino de Miracema que nunca abandonou suas raízes. A Kiskina foi meu ponto de encontro favorito desde o nascimento até pouco antes de seu encerramento definitivo, já sob a responsabilidade de Roney Ma...

VIAJAR SEM SAIR DA POLTRONA

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Tenho um amigo, parceiro das sextas-feiras no Armazém, que é apaixonado por viagens. Chama-se Manoel, um sujeito do bem, daqueles que fazem da amizade um compromisso e da curiosidade uma maneira de conhecer o mundo. Manoel tem dois hobbies que combinam perfeitamente com nossas conversas: assistir aos programas de turismo na televisão e acompanhar filmes de guerra, especialmente aqueles que retratam os horrores e as barbaridades da Segunda Guerra Mundial. Nas nossas reuniões, ele e o Henrique sempre encontram uma oportunidade para me provocar: — Conta mais uma daquelas viagens, Dutra! E lá vou eu abrir o meu baú de lembranças, percorrendo novamente cidades, monumentos, estradas e lugares que conheci ao longo de tantos anos andando por este mundão de Deus. Não conto essas histórias por vaidade, muito menos para exibir passaportes carimbados ou colecionar países no currículo. Conto porque gosto de dividir experiências e, principalmente, porque acredito que viajar não é um privilégio reser...

Na fila do pão em Miracema

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  NA FILA DO PÃO — NA TERRINHA É DIFERENTE! Sim, por aqui também tem fila do pão. E bem mais animada! Aqui, na terrinha, a fila chega à rua e desce até a parte de baixo. O pão gostoso, quentinho, atrai gente de outros bairros, que não se importa em caminhar um pouco mais para garantir o pão nosso de cada dia. E hoje apareci por lá. Também ando bastante para chegar, mas vale a pena. Além do pão, revejo grandes amigos e sempre encontro alguém que se apresenta como meu fã e garante que acompanha minhas andanças todas as vezes que venho à terrinha. E, como não poderia deixar de ser, o futebol entrou na conversa antes mesmo de o pão sair do forno. Sinézio puxou o assunto, já querendo me testar: — Nosso Flamengo ganhará pelo menos o Brasileirão? Zé Tricolor, que não perde a oportunidade de provocar um rubro-negro, olhou de banda, abriu aquele sorriso de canto de boca e disparou: — Com a arbitragem ajudando, é claro que vai! Nem tive tempo de responder. Um botafoguense entrou na ...