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Uma grande Copa ou uma Copa grande?

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Duas colocações antes de entrar no comentário de hoje: Você, fanático por futebol, já olhou a tabela da Copa de 2026 e analisou como será difícil ver todos os jogos? Você, que só vê Copa do Mundo e é um completo alienado no assunto futebol, já se organizou para acompanhar os jogos do Brasil? Tenho algumas informações para os dois temas da coluna de hoje. Tema 1 Pegue a tabela e veja quantas seleções inexpressivas estarão na telinha da sua televisão. Eu contei 35 seleções fracas, 5 razoáveis, 4 boas e apenas 4 fortes candidatas ao título. E onde coloco o Brasil? No momento, na prateleira das boas seleções. As favoritas, pela ordem, na minha opinião, são: Espanha, França, Argentina e Alemanha. Posso até incluir o Brasil nesse grupo caso faça uma boa estreia e consiga impor respeito aos adversários desde o início. A Inglaterra corre por fora, enquanto Uruguai e Japão são minhas apostas para surpreender e avançar mais do que muita gente imagina. Tema 2 O que ver na televisão? Vale lembrar ...

Vivendo Mônaco na poltrona

  Hoje tem, ou melhor, está acontecendo neste momento em que escrevo, o único GP de Fórmula 1 que faço questão de assistir do início ao fim. E não é apenas pelos pilotos ou pelos carros cada vez mais sofisticados, mas pelo cenário, pela elegância e, principalmente, pela dificuldade de um circuito onde o talento faz a diferença e onde apenas os grandes costumam sobreviver e vencer. Conheci esse palco mágico em 2008, numa viagem com a Europamundo, que nos proporcionou um passeio inesquecível. Tive ainda a sorte de contar com um motorista português que, a cada curva, explicava detalhes daqueles quilômetros de asfalto desenhados pelas estreitas ruas de Monte Carlo. É claro que não era dia de Grande Prêmio, mas percorrer aquelas avenidas e vielas foi suficiente para despertar a imaginação. Andar por ali era quase como estar dentro de um daqueles bólidos que agora passam diante dos meus olhos, na telinha da televisão, desafiando muros, curvas e a própria coragem.

Convenceu?

  Ok... Tudo bem... foi apenas um jogo treino,  sem compromisso,  último de uma pequena preparação para Copa, contra um adversário que tambem está entre os quarenta e oito e, que como o Brasil, também treinava. Mas o que eu vi me deixou ainda mais pessimista. Não gostei, falarei pouco para não queimar a língua. Se gostou de Brasil 2x1 Egito diga pra mim.

Apenas um treino final

Último teste A Seleção do Brasil faz seu último teste antes da estreia, no dia 13 de junho, na Copa do Mundo. Hoje, às sete da noite, enfrenta a mediana seleção do Egito e será um bom teste também para você, torcedor, avaliar se vale a pena organizar a agenda para acompanhar os jogos do time de Carlo Ancelotti. Não espere muita coisa do amistoso de hoje. O treinador já avisou que usará a partida para testar alguns jogadores, dar ritmo a outros e que a equipe está definida em 90%. Nessa reta final, ninguém vai colocar os pés no fogo e correr riscos desnecessários. Se você não for muito pacheco e tiver programa melhor, saia com os amigos e curta o sábado. Guarde as emoções para o dia de Santo Antônio, quando será para valer, diante da forte seleção de Marrocos.

Fla x Flu: inesquecível e esquecíve

                                            Eu estava lá e vi Nos dias de Fla x Flu, eu me vejo novamente nas arquibancadas do Maracanã, sempre lotadas, tomadas por bandeiras e cânticos que ecoavam dos dois lados do estádio. Nesses dias, fico pensando como era bonito aquele espetáculo do futebol, que levava ao gramado grandes craques e produzia histórias para a eternidade. Lembro do Fla x Flu de 1963, a decisão do Campeonato Carioca daquele ano, disputada diante de um público recorde. Anunciaram cerca de 195 mil torcedores, em números arredondados. Foi uma partida emocionante, decidida não por um gol, mas por uma defesa espetacular do goleiro rubro-negro Marcial, justamente quando os tricolores já gritavam o "gol de Escurinho". O empate sem gols garantiu o título ao Flamengo, e a festa de mais da metade do estádio se espalhou pelos arredores do Maracanã, que já levava oficialmen...

Um velho sonho do blogueiro

         Um Primeiro de Abril Atrasado Ontem tivemos a abertura do Campeonato do Interior, promovido pela Liga Independente, e, pelo que fomos informados, os estádios ficaram lotados em todo o território do antigo Estado do Rio de Janeiro. Em Campos, o Goytacaz recebeu o Floresta, de Cambuci, e o Arizão recebeu um público como não se via há pelo menos dez anos. Foi uma tremenda festa da torcida alvianil, que recepcionou com grande hospitalidade a turma do Verdão do Noroeste. O Americano levou uma enorme caravana até Macaé, onde enfrentou o Serra. A BR-101 ficou pequena para a massa alvinegra, que se deslocou em dezenas de ônibus, vans e carros particulares para prestigiar a estreia de seu time. No Sul do Estado, o clássico entre Volta Redonda e Barra Mansa empolgou. Parece que as duas cidades aderiram ao movimento interiorano, iniciado em Campos, e as torcidas foram ao Estádio da Cidadania mostrar que um evento bem promovido pode dar certo. Em Pádua também houve...

Brasileirão entra em recesso até julho

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Após terminar a 18a rodada, com um empate no clássico em Minas e uma derrota do São Paulo, no Pará, além da vitória do Palmeiras, em São Paulo, o Brasileirão só retorna em 22 de julho e até lá muita coisa pode mudar nos  vinte times da Série A do Brasileirão e o que não mudará é a situação deles na tabela, como o Palmeiras, líder isolado, e o Vasco, na zona de rebaixamento.  Se continuará assim? Pode ser que não, temos pela frente um turno inteiro e mais uma rodada a serem jogadas e a diferença do Palmeiras para o Flamengo pode diminuir pois o rubro-negro o Rio tem um jogo a menos a ser disputado contra o Mirassol, o Flamengo é vice-líder e o time paulista é um dos quatro da zona de rebaixamento, mas nem com uma vitória sai da zona perigosa.