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Galo tentou mas caiu de quatro

  O Atlético voltou pressionando e dominou os primeiros 25 minutos, obrigando Rossi a fazer três boas defesas. O Flamengo, por sua vez, administrava o resultado, trocando passes e pensando na Libertadores.  As mudanças dos técnicos não alteraram o panorama: o Galo buscava o gol, enquanto o Rubro-negro preservava forças.  Nos minutos finais, em jogada rápida e precisa, Pedro marcou seu segundo gol e fechou a goleada na Arena.  

Pintou goleada em BH?

  Um primeiro tempo letal do Flamengo. Fez um gol cedo, sete minutos, botou pressão e jogou a massa do Galo contra o time, deu espaço para o Atlético jogar e sair e usou velocidade no ataque. O Galo teve maior posse de bola e chutou mais vezes só gol de Rossi, mas foi Wevertom o salvador do time mineiro, duas grandes defesas que evitaram o vexame, mas não evitou o segundo gol, Plata de fora da área mas evitou ainda outros dois.  Quando todos pensavam que teria reação do Galo Arrascaeta fez 3x0 e desnorteou narrador, comentarista e torcedores mineiros.

Sorte de campeão

                 Seria só sorte? Começo este comentário com o que escrevi ainda durante o jogo.   Se eu não estivesse assistindo, não acreditaria: Palmeiras vencendo por 1x0, mas sendo dominado, fazendo cera e jogando no estilo “bumba meu boi” ou “salve-se quem puder”.   O Bragantino foi soberano. E o que Abel dirá depois da partida?   Não há muito a comentar. O Palmeiras fez 1x0 no primeiro tempo, teve um falso domínio e recorreu à sua tática preferida: saída com chutões, bolas aéreas lançadas na área adversária e a tentativa de cabeceio de seus seis zagueiros em escanteios.   Isso funcionou na primeira etapa, mas na segunda metade o Bragantino tomou conta do jogo. Quem diria: o Verdão ficou acuado, esperando por uma falha do time do energético.  

Timão vence e complica o Vasco

Corinthians e Vasco protagonizaram um primeiro tempo que merecia ser apagado da memória. Se antes falávamos em “deletar rolos de fita”, hoje deveríamos simplesmente eliminar esse futebol de baixíssimo nível de um Campeonato Brasileiro de Primeira Divisão. Foi sofrível. Houve pancadaria, arbitragem fraca e jogadores tentando copiar o estilo do Palmeiras de pressionar a arbitragem, impondo seus caprichos. Até que André, ainda em idade juvenil, resolveu “abrir a caixa de ferramentas”: uma pancada na área adversária, outra no meio-campo, e nada de cartão. Quando exagerou novamente, veio o inevitável — vermelho direto. E, pasmem, ainda houve reclamação do treinador corintiano. O placar de 1 a 0 do primeiro tempo se manteve até o fim. No segundo tempo, os ânimos se acalmaram e os jogadores tentaram jogar futebol de verdade, mas faltou qualidade. Sobrou apenas vontade, especialmente do Vasco, que tinha um jogador a mais. O Corinthians, por sua vez, fez o que todos os times fazem quando estão ...

Dia do Goleiro — os nossos heróis improváveis

  Hoje é o Dia do Goleiro. Engraçado… dizem que o goleiro é o “seriado maldito” do futebol, aquele que vive entre o céu e o inferno a cada lance. Ainda assim, tem o seu dia para ser celebrado. E o dia do artilheiro, quando será? Não vou homenagear goleiros famosos. Esses ficam para a grande mídia. Aqui, no meu espaço, prefiro lembrar daqueles que conviveram comigo — personagens que ajudaram a escrever a história do futebol da nossa Miracema. Antes de tudo, preciso falar do eterno amigo Bizuca. Com ele aprendi muito na arte de fazer gols. Ironia das boas: sendo um grande goleiro, conhecia como poucos o caminho oposto — o da bola na rede. Mais do que um gigante debaixo das traves, foi um amigo ainda maior. E como não lembrar de Rubinho Camelo? Para mim, está facilmente entre os cinco melhores goleiros da cidade. Abro também espaço para o mais polêmico de todos: Toti. Aquele que foi, sem nunca ter sido completamente. Dias de herói, outros de vilão — como todo goleiro que carrega nas l...

Brasileirão de domingo

Além de Atlético x Flamengo, que fecham o domingo de Brasileirão, outros cinco jogos animam um dia cheio de clássicos e confrontos interessantes. Na tela da Globo, às 16h, tem Corinthians x Vasco — aquele jogo de quase desespero para o Timão, primeiro na zona de degola. Jogando em casa, sob pressão da Fiel, a responsabilidade é enorme. Do outro lado, um Vasco competitivo. Não há favorito: tudo muito equilibrado na Arena de Itaquera. No outro duelo da tarde, em Porto Alegre, mais um cenário de pressão. O Grêmio entra em campo vivendo momento delicado e encara o Coritiba, em confronto que pede reação imediata dos gaúchos. Já entrando na noite de domingo, às 18h30, o líder Palmeiras tem jogo duro em Bragança Paulista. O RB Bragantino, em casa, costuma ser forte e coleciona bons resultados. E ainda na região Sul, no mesmo horário, o Athletico-PR recebe o Vitória, em mais um duelo que promete intensidade. Às 20h30, no Maracanã — horário ingrato para um domingo — entra em campo o maior favor...

Arena ferve em BH

Atlético x Flamengo deixou de ser apenas um grande jogo para se tornar um confronto de alto risco. A imprensa mineira e a torcida do Galo carregaram o clássico desta noite, às 20h30, na Arena MRV, com um clima quase bélico — e, convenhamos, perigoso para o torcedor rubro-negro. As vitórias seguidas do Flamengo na nova casa atleticana seguem atravessadas na garganta dos mineiros. Daí nasce uma tentativa de forçar uma rivalidade que nunca se sustentou de fato, além de uma espécie de “vingança” tardia e, no fundo, desnecessária, daquela decisão de 1981, no Serra Dourada — capítulo que por lá insistem em não encerrar. Dentro de campo, o jogo tem tudo para ser bom. Mas o ambiente construído ao redor levanta um alerta: pode facilmente descambar para a violência. Caberá a Rafael Klein, o árbitro da partida, ter pulso firme, agir como autoridade de verdade e não apenas como mais um soprador de apito.