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Opinião: tempo de um time so

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  O Flamengo go fez um bom primeiro tempo, jogou contra um time que não quis arriscar e tentou jogar no erro e em uma bola perdida. O Bahia se fechou mas deu espaço,  tomou um gol e poderia,ter levado um outro.  Mas o gol cedo acomodou o time rubro-negro. Muitos passes laterais. Sem profundidade no ataque e dificuldade de encontrar espaço na retranca armada por Rogério Ceni e seus auxiliares.

Flu virou e deixoui Neymar no vácuo

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  E deu Flu na Vila Terminou na Vila Belmiro: Santos 2 x 3 Fluminense. E, a partir de hoje — não sei até quando — ficam duas certezas: o torcedor tricolor não vai gritar “time sem vergonha” por algum tempo, e os jornalistas e “amantes” de Neymar darão uma pausa no coro para que o Menino Ney esteja na lista de Carlo Ancelotti… pelo menos até o próximo jogo do Peixe. O Fluminense mostrou garra, força e vontade para vencer. Do outro lado, o Santos até apresentou alguma coisa enquanto teve fôlego. Mas é um time visivelmente desgastado física e tecnicamente, incapaz de sustentar dois tempos de um jogo corrido, cheio de alternativas no placar e no domínio do campo. Se Neymar não jogou o suficiente para ser notado, Gabriel Barbosa, o Gabigol, pelo menos enquanto teve fôlego, apareceu: correu, fez gol, deu assistência, cometeu falta e, claro, levou cartão amarelo — por reclamação, como manda o figurino. Foi, no meu entender, o melhor do Santos, ao lado de Barreal, autor do segundo gol com ...

Opinião - Fraco primeiro tempo na Vila

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Vi, atentamente, o primeiro tempo de Santos 1x1 Fluminense cumprindo o que prometi antes da partida, ficar de olho em Neymar e dizer aos amigos e seguidores se o camisa 10 do Santos tem, realmente, condições de  jogar a Copa do Mundo 2026. E quem vai a Copa, já convocado pela Fifa, é o péssimo árbitro Wilton Pereira Sampaio, que mais uma vez foi omisso, ruim na hora de definir e sem qualquer energia para punir, muito pelo contrário, suas atitudes são de quem não está muito confiante, coisa que ele nunca teve. O engraçado é que chega lá fora, em competições internacionais, o cidadão do apito anda bem, o que torna tudo em um mistério. Sobre o jogo? Não vi lá grandes coisas e o empate, pelo que os dois times fizeram neste primeiro tempo, me pareceu justo. E sobre Neymar? Pelo que fez em campo só o notei nas reclamações e em dois passes, de estilo, bem feitos. Nada melhor do que estão na lista de Ancelotti. 

Aqui sim, tem futebol show

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    Fim de jogo lá na distante Manchester, na Inglaterra, onde o futebol é uma paixão e seus dois times dividem a cidade em dois territórios, o Vermelho, o United, e o Azul, do City e hoje o Etihad Stadium estava lotado e havia muitos vermelhor, não do United, mas do time da capital, líder isolado da Premier League e que jogava praticamente o título contra o único adversário capaz de lhe tirar a coroa, o dono da casa, o poderoso Manchester City, do famoso e premiado Pep Guardiola.  City 64 pontos e um jogo a menos. Arsenal 70 pontos e 32 jogos disputados. Faltam agora quatro jogos para um e cinco para o outro e como ficou a situação de ambos após a partida? Não foi uma partida, foi um partidaço, o jogo não foi um jogo, foi um jogaço e teve de tudo. Gol lindo e absurdamente incrível, 1x0 para o City, com o talento de Shrek, e uma bagagem absurda e incrível de Donaruma, gol do Arsenal e 1x1 no placar.  Este resultado dava tranquilidade para os Gunners e susto para os C...

No tempo do rádio

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Meu amigo e companheiro na preservação da memória miracemense, Ademir Tadeu — ou, como todos por aqui o conhecem, Tadeu Miracema — publicou em seu blog uma fotografia antiga: estou eu ao lado de João Carlos Duarte, num evento qualquer na sempre querida Miracema. E foi batata. Bastou olhar a imagem para que a memória me levasse, sem pedir licença, a uma tarde de quarta-feira, dessas comuns, com cara de nada — mas que acabou virando tudo. Naquele dia, Goytacaz e América de Três Rios se enfrentavam pela 1ª Divisão do Campeonato Carioca. O jogo era às 15 horas, e como meu expediente no Banerj terminava às 14h, deu tempo de correr até o Arizão. Coisa de rotina. Ou parecia. Mas o futebol — como a vida — adora mudar o roteiro. Luiz Paulo Ribeiro teve um piripaque, a pressão subiu, e foi vetado para a transmissão. De repente, me chamaram. Era subir e narrar. Assim, sem aviso, sem ensaio, sem rede de proteção. E eu fui. No fundo, com aquele frio na barriga que só quem vive de emoção entende — m...

Decisão em Machester

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  Daqui a pouco, 12:30h, começa um jogo que, para quem tiver condições de assistir, será transmitido pela ESPN e pela Disney. Repito: é o melhor da semana, com clima de decisão — quase uma final de campeonato.   O Manchester City, com 64 pontos em 31 jogos, recebe o líder Arsenal, que soma 70 pontos em 32 partidas. Se os Gunners vencerem hoje, restando apenas quatro jogos para os londrinos, ficará muito difícil tirar o título deles.   Para o City, vale o lema de Francisco Horta: vencer ou vencer.  

Resposta ao tempo

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                , Velho e saudoso? Me chamam de velho , às   vezes de saudosista. E o que fazer, se já vivi sete décadas e meia, fiz muito do que sonhei, andei pelo mundo e por este meu Brasil brasileiro? Não implico com quem vive só o presente — cada um carrega o tempo que tem. Mas há quem lembre que usou Glostora no cabelo, perfume Lancaster para impressionar, viu Sissi, a Imperatriz, no cinema… e nunca pisou no Palácio de Schönbrunn, em Viena, onde ela realmente viveu sua história. Eu não usei calça Lee ou Levi’s, não tinha grana, mas fui aos bailinhos da Varanda e da Cabana XV, bebi gim-tônica sob luz negra só para ser notado. Li O Cruzeiro, devorei O Jornal e o Diário de Notícias — ali, sem saber, comecei meu aprendizado de jornalismo. Tem gente que jura que viu Ben-Hur no cinema, mas nunca pisou no Coliseu, em Roma, onde homens lutavam pela vida — quase nunca pela liberdade. Usaram perfumes caros, franceses, mas não atravessaram a porta...