Goleiro elimina Glorioso
É difícil digerir uma eliminação dessas, especialmente quando os números mostram uma superioridade tão clara em campo. O futebol tem dessas injustiças: 22 finalizações contra um time que soube ser letal no início e contou com um goleiro em noite inspirada é a receita para uma noite de frustração no Nilton Santos. Na minga análise a ciloa não pode parar apenas nas mãos do goleiro do Barcelona de Guayaquil. Aqui estão alguns pontos que pesaram:
* O "Gelo" no Início: Sofrer um gol cedo em jogos de mata-mata muda completamente o plano tático. O Botafogo precisou se expor mais do que o planejado, o que abre espaço para o nervosismo aflorar.
* A Pontaria (O Pecado Capital): Das 22 bolas, 13 foram para fora. Isso mostra que, apesar do volume de jogo e da criação, faltou a calma necessária para "fuzilar" com precisão. Em competições continentais, desperdiçar esse volume de chances costuma custar caro.
* A Muralha Equatoriana: O nome do jogo realmente merece o destaque, mas ele só se torna o herói porque as bolas chegaram. Se o Botafogo tivesse guardado pelo menos metade das chances no alvo, nem o melhor goleiro do mundo daria conta.
O Consolo: Copa Sul-Americana
Embora o sonho da Libertadores tenha sido interrompido de forma amarga, a Sul-Americana chega como uma oportunidade real de título internacional. O elenco já provou que tem volume de jogo para dominar adversários; agora, o desafio é transformar essa estatística de chutes em bolas na rede para buscar essa taça.
O agregado de 2x1 pode até parecer injusto pelo que foi produzido, mas o futebol pune quem não mata o jogo. Agora é focar na "Sula" e levar esse ímpeto ofensivo para a nova frente.
Você acha que o técnico deve manter essa postura ultra-ofensiva na Sul-Americana ou precisa de um ajuste mais cauteloso para evitar esses gols precoces?
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