Que vexame, Almirante!

 Saideira da noite — do luxo ao perrengue

Saí de dois jogaços da Champions League da UEFA com a régua lá em cima. Futebol de gente grande, intensidade, qualidade… e aí resolvi encarar a Sul-Americana. Confesso: foi um choque de realidade.

No Morumbi, o São Paulo suou — e muito — para vencer o O’Higgins. Ganhou, é verdade. Mas convencer… passou longe. O time de Roger Machado ainda parece devendo, mesmo quando entrega o resultado.

Em Porto Alegre, o Grêmio fez o básico: 1x0 sobre o novato Riestra. Vitória protocolar, daquelas que valem pelos três pontos, mas não enchem os olhos de ninguém.

Aí veio o pedido especial: “Vê o Vasco aí, vô”. Fui. Vasco x Audax. Aguentei pouco. Jogo travado, sem alma, sem ideia. E o resultado veio como castigo: derrota por 2x1 em São Januário. O time de Renato chega ao quinto jogo sem vencer e começa a se enrolar de vez na competição.

E, enquanto tudo isso acontecia, o Santos… empatava. Em casa. Contra o quase desconhecido Recoleta, do Paraguai. 1x1. Daqueles resultados que nem irritam — só desanimam.

Depois da Champions, a Sul-Americana de hoje foi tipo sair de um restaurante estrelado pra um prato feito frio. Mata a fome… mas não dá prazer.

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