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Libertadores:Favoritos em campo

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Flamengo e Palmeiras dividem a atenção do torcedor brasileiro nesta noite. Ambos têm compromissos relativamente acessíveis — se é que isso existe no futebol — e jogam em casa, empurrados por suas torcidas. Ingrediente que, ao mesmo tempo em que ajuda, aumenta a responsabilidade e a obrigação de vencer. A Libertadores 2026 segue nesta quinta-feira, fechando a segunda rodada da fase de grupos. O Palmeiras é o primeiro a entrar em campo, às 19h, na arena alviverde — que mudou de nome recentemente, mas ainda não caiu de vez na boca do povo. Pela frente, o mediano Sporting Cristal, do Peru. No papel, o favoritismo é claro. Já o Flamengo, que joga às 21h30, encara um desafio mais espinhoso. O adversário é copeiro, mais encorpado que os peruanos, e deve impor dificuldades. Ao Rubro-Negro, será fundamental ter paciência para furar a provável retranca e construir o resultado. A rodada ainda traz outros dois confrontos: Lanús x Always Ready e Peñarol x Platense.

Zebras passeiam na Libertadores

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A noite foi gratificante para o alvinegro carioca, grande vitória, em Buenos Aires,  sobre o copeiro Racing, 3x2, que lava a alma do Botafogo e devolve a confiança para recuperação no Brasileirão e na Sul-Americana.  O fiasco do dia ficou por conta dos mandantes Cruzeiro e Fluminense, que oerderam em casa para Universidad Católica e Independente Rivadavia, pelo mesmo placar, 2x1, no Mineirão e no Maracanã.  O Timão venceu e abriu. grande vantagem no seu grupo,  6pg, 2x0 sobre o Platense e não tenho dúvidas que a claudicação foi bem encaminhada. 

Jogaço dna champions

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Não posso dar outra nota que não seja um dez para o jogo que acabei de ver na tela da minha TV. E digo, sem exagero: era daqueles que valiam pegar um avião, aterrissar em Munique e pagar caro por um ingresso na Allianz Arena, só para assistir de camarote. O primeiro tempo já dava o tom — intenso, vibrante, coisa grande. O segundo veio apenas para confirmar o espetáculo. No fim, um daqueles placares que contam história: Bayern 4, Real Madrid 3. Vitória alemã, vaga na semifinal carimbada e um jogo que certamente fica na memória de quem viu.

Mais gols que faltas

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  Com dez minutos de jogo, em Munique,  escrevi no Facebook.  Quando teremos um jogo deste no Brasil? Dois gols e zero faltas.   Primeiro tempo encerado e mais tres gols, um punhado de lances lindos, digno da tradição dos dois multi-campeões e mais gols do que faltas.  Este é aquele momento que eu digo. Vake a pena pagar para ver um espetáculo deste. Impossível não gostar.

Torcedor esquece, eu lembro

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  Da série “sou Flamengo e tenho uma nega chamada Tereza”, do tijucano Jorge Ben — parceiro das peladas na Tijuca —, como o meu amigo Yussef Salim, o Sefinho, que me resgata aqui um debate eterno: qual foi o pior ataque da história do Flamengo? Durante muito tempo, tive convicção. Para mim, nada superava aquele desastre recente da era Mano/Pelaipe. Mas o tempo — e a memória — são traiçoeiros. Revendo 2013 e puxando o fio até 1971, começo a desconfiar que sempre dá pra piorar. E como dava. Corria 1971, minha fase carioca raiz. Rua José Higino, em frente à Brahma, Maracanã como extensão de casa. Era sair de Copacabana e cair nas gerais do Mário Filho como quem entra no quintal. Futebol era rotina, vício e linguagem. Nas peladas do quartel dos bombeiros, entre uma dividida e outra, a resenha corria solta. Flamengo, Vasco, Fluminense… e um Botafogo que naquele ano jogava um absurdo, até perder um Carioca que seus torcedores juram, até hoje, ter sido roubado pelo gol de Lula. Mas voltem...

Champions e Libertadores na quarta de bola

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Quarta-feira promete no mundo da bola Para quem gosta do esporte bretão, a quarta-feira traz um cardápio daqueles. Pelo menos no papel, os jogos de hoje são bem interessantes para os amantes do futebol. Começamos pela Champions League, que define hoje os adversários de Atlético de Madrid e Paris Saint-Germain, que fizeram o dever de casa ontem. E a pergunta é: quem vem por aí? Em Londres, o Arsenal recebe o Sporting. Já em Munique, o Bayern de Munique encara o Real Madrid. Os donos da casa jogam pelo empate — ambos venceram fora por um gol de diferença e só perdem a vaga se forem derrotados por dois gols. Por aqui, a noite também promete pela Libertadores. No Mineirão, às 19h, o Cruzeiro recebe a Universidad Católica. Mais tarde, às 21h30, o Corinthians enfrenta o Independiente Santa Fe, enquanto o Fluminense mede forças com o Independiente. E sem medo de errar: o trio brasileiro entra como favorito diante de chilenos, colombianos e argentinos.

Que vexame, Almirante!

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  Saideira da noite — do luxo ao perrengue Saí de dois jogaços da Champions League da UEFA com a régua lá em cima. Futebol de gente grande, intensidade, qualidade… e aí resolvi encarar a Sul-Americana. Confesso: foi um choque de realidade. No Morumbi, o São Paulo suou — e muito — para vencer o O’Higgins. Ganhou, é verdade. Mas convencer… passou longe. O time de Roger Machado ainda parece devendo, mesmo quando entrega o resultado. Em Porto Alegre, o Grêmio fez o básico: 1x0 sobre o novato Riestra. Vitória protocolar, daquelas que valem pelos três pontos, mas não enchem os olhos de ninguém. Aí veio o pedido especial: “Vê o Vasco aí, vô”. Fui. Vasco x Audax. Aguentei pouco. Jogo travado, sem alma, sem ideia. E o resultado veio como castigo: derrota por 2x1 em São Januário. O time de Renato chega ao quinto jogo sem vencer e começa a se enrolar de vez na competição. E, enquanto tudo isso acontecia, o Santos… empatava. Em casa. Contra o quase desconhecido Recoleta, do Paraguai. 1x1. Daqu...