Um blog que viaja com você, conversa sobre futebol, dá dicas do que assistir na TV e de lugares para conhecer. Crônicas, histórias e memórias de Adilson Dutra, o Penacho.
E vai rolar a bola no Brasileirão
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
Ainda em vídeo, estou em recuperação de uma inflamação no tendão do ombro e a recomendação é digitar o mínimo possivel.
Sport e Juventude estão na Série B do ano que vem e quem serão os dois que acompanharão pernambucano e gaúcho na próxima temporada? A briga está grande para a fuga do rebaixamento, o Vasco, mesmo perdendo na terça-feira para o Mirassol, se livrou de mais uma queda e fica olhando e pode até ganhar uma vaga na Libertadores, está na semifinal da Copa do Brasil que dá esta vaga para o campeão. Classificacão hoje: 13o) Atlético Mineiro, 45pg e 11 vitórias - 14o) Santos, 44 pg e 11 vitórias - 15o) Ceará, 43pg - 11 vitórias e saldo -4 gols, 16o) Fortaleza, 43pg, 11 vitórias e saldo -13 gols, 17o) Vitória, 42pg - 10 vitórias e 18) Internacional, 41pg e 10 vitórias. São duas vagas que serão decididas na última rodada e os jogos são estes: Botafogo x Fortaleza, no Nilton Santos Santos x Cruzeiro, na Vila Belmiro Atlético x Vasco, na Arena do Galo Vitória x São Paulo, no Barradão Ceará x Palmeiras, no Castleão Internacional x Braganino, no Beira Rio
O Baile no Nabizão: Quando a Expectativa Encontra a Realidade Nunca foi tão fácil comentar um jogo de futebol. Analisar o Bragantino 3 x 0 Flamengo é como tirar doce da boca de uma criança: um time jogou, enquanto o outro apenas figurou em campo. Um lado pensou estrategicamente; o outro sequer sabia o que estava fazendo. Para não nos perdermos em justificativas vazias ou motivos inacreditáveis, o resumo é simples: o Bragantino agrediu, foi eficiente, soube explorar cada erro do Flamengo e ponto final. Estamos conversados. Duvido que se encontre um único culpado por esse revés. Certamente tentarão apontar vários, mas a verdade é uma só: a expectativa era imensa, mas a realidade foi um choque. Não houve um erro isolado, houve um colapso coletivo durante os noventa minutos.
Dois clássicos. Duas rivalidades que atravessam gerações. E, como sempre, muito mais em jogo do que simplesmente três pontos: está em campo a força, o poder, o orgulho e a capacidade de superação. Em noites assim, qualquer tentativa de apontar favorito soa quase como um palpite vazio. O futebol, especialmente em clássico, não respeita lógica, estatística ou fase. Nem sempre quem joga mais vence — e talvez seja exatamente por isso que a gente não desgruda os olhos. Fla x Flu, no Maracanã, com sua história centenária, suas arquibancadas divididas e emoções que não cabem no peito. De outro lado, o Derby — como eternizou Thomaz Mazzoni ao batizar Corinthians x Palmeiras —, em Itaquera, carregado de tensão, disputa e identidade. São jogos que se explicam por si só. Que dispensam análises apressadas e previsões ousadas. Porque, antes da bola rolar, tudo é possibilidade. E qualquer tentativa de cravar um resultado é, no mínimo, um risco desnecessário. Clássico não se prevê. Clássico se ...
Comentários
Postar um comentário