O Madureira, de Toninho Andrade, está sobrando na turma.

E o Vasco, hem? Se livrou de mais um tropeço e, como disse Bicudo, assim que acabou a partida em Cariacica/ES. - Dutra, por um Cano o Vasco não entrou pelo dito cujo. 

Sim, German Cano, o gringo artilheiro, salvou o Vasco de um empate contra o Boavista, ontem à noite, em Cariacica, com um gol no último lance do jogo e assim Abel Braga pode dizer novamente, desta vez com muita razão, "foi lindo". 

O jogo não foi lá grandes coisas, não chegou a ser uma pelada de luxo, foi uma pelada simples, jogadores se arrastando em campo e sem qualquer momento de explosão da torcida nas arquibancadas do Estádio Kléber Andrade, não todo tomado como se esperava antes das chuvas que caem no Espírito Santo, onde o torcedor vascaíno sempre compareceu em bom número. 

Mas o velho escriba aqui ainda está com a bola de cristal limpa e clara. Disse, no início da Taça Guanabara, que o Madureira era meu favorito para uma semifinal, dado as circunstâncias do momento que vive o futebol carioca, Toninho Andrade chegou por lá em dezembro, montou um time como ele sabe montar, deu padrão de jogo e os resultados vieram, três jogos, três vitórias e liderança folgada no Grupo B e vai para o jogo contra o Flamengo sem precisar pontuar caso vença o Boavista na quarta-feira ou some pelo menos um ponto com um empate. 

Ontem o Tricolor Suburbano passou pela Cabofriense, em Cabo Frio, e manteve a invencibilidade na Taça Guanabara e está sobrando na turma dos nanicos. E os grandes do Rio insistindo com medalhões e não abrem as portas para o novo e o novo, no Rio de Janeiro, é Toninho Andrade apesar de rodado e por onde passa tem mostrado que é realmente capaz de fazer sucesso em outro patamar. 

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