Copa do Mundo: Com emoção ou sem emoção?
Duas seleções anfitriãs já estão classificadas: Canadá e México. A outra, os Estados Unidos, define logo mais sua passagem de fase diante da Bósnia, com um favoritismo de pouco mais de 50%, na minha opinião. Joga em casa, com a torcida empolgada e um cenário bastante favorável para seguir em frente em busca da histórica classificação para uma provável final.
Com a França mostrando um futebol de encher os olhos, começa a corrida para fugir de um encontro com os franceses. Mas como escapar? Ligando o secador e torcendo por um tropeço nas oitavas de final da equipe de Didier Deschamps. Só que isso parece difícil. O próximo adversário francês é o valente Paraguai, que derrubou a Holanda. Fica a pergunta: o raio cai duas vezes no mesmo lugar?
A Inglaterra coloca hoje em campo a esperança de conquistar um título que não vem desde aquela suspeita conquista de 1966. Vocês conhecem essa história, certo? Se não conhecem, eu conto: uma bola que jamais entrou foi validada como gol, e a seleção da Rainha — naquela época, Elizabeth II ainda reinava no Reino Unido — ficou com a taça. Agora, a caminhada rumo a uma nova final começa nas oitavas de final, diante da República Democrática do Congo, uma das seleções africanas classificadas e que também sonha em fazer história.
Fechando a rodada desta quarta-feira, Bélgica e Senegal, duas seleções que, até aqui, parecem disputar apenas o direito de dizer que estiveram entre as 48 participantes desta Copa, se enfrentam em Seattle, às cinco da tarde. Um bom programa para quem deixa a labuta diária, encontra os amigos em um bar e acompanha mais um capítulo do Mundial diante de um belo telão.

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