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Sonho bonito de sonhar

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  GOL QUE ESPEROU POR MIM Naquela madrugada, quando o calor nem deixava o sono descansar direito, eu viajei. Não de ônibus, não de trem, nem de avião. Viajei no tempo. Voltei a ser menino. Sem barba, sem pressa, sem cansaço. Só sonho. E lá estava eu, em Miracema, com a camisa do Rink colada ao corpo e o coração batendo mais forte que qualquer torcida. O campo não tinha arquibancada, mas tinha história. E tinha eles. Lauro. Cabeludo. Braizinho. Não eram homens. Eram luz. Jogavam fácil, como quem conversa com a bola e ela entende. Eu corria. Tentava acompanhar. Chegava perto, errava, voltava. Como sempre. Mas o sonho… ah, o sonho tem piedade da gente. E então veio. Pelo lado direito, como se o tempo desacelerasse só pra ver melhor. Braizinho toca. Cabeludo sorri com a bola nos pés. Lauro recebe como quem já sabia o final. E eu… eu estava lá. Pela primeira vez, no lugar certo. No tempo certo. A bola veio. Mansa. Redonda. Perfeita. Como um presente guardado a vida inteira. Dominei. O m...

Achados e não perdidos

  ACHADOS E NÃO PERDIDOS — (ou: quando o rádio era aventura) Hoje é dia de rebobinar a fita e puxar da memória alguns lances do meu tempo de rádio, lá na terrinha, quando a gente fazia o impossível para levar alguma novidade à turma do esporte. E foi justamente num desses jogos de Eliminatórias, no Morumbi, que a Princesinha fez sua estreia fora do nosso território. Brasil x Bolívia. Lá estava este repórter, entre entrevistas e tentativas quase frustradas de chegar perto de Telê Santana — treinador que não gostava muito de falar fora da coletiva. Fui ao seu encalço. No caminho, encontrei o zagueiro Mozer, que dois anos antes havia passado por Miracema com a seleção de juniores do Rio. Papo vai, papo vem… veio também o pedido de ajuda. E não é que funcionou? No início, Telê se esquivou. Mas quando soube que nossa cidade era menor do que sua Itabirito, em Minas, parece que amoleceu. Talvez tenha sido solidariedade, talvez curiosidade… ou só o charme da insistência bem-humorada. Resul...

Papo de Bola: Procurando assunto

  Passei um final de semana prolongado — e que final de semana porreta, sô! Fiquei desligado do futebol, só vi Corinthians x Flamengo na íntegra. Mas, para ser sincero, o papo sério e interessante com o Zé Luiz, nosso Categoria, foi bem mais proveitoso que o jogo em si.   Explico isso para justificar minha ausência na coluna do GE Esporte e nos papos de bola aqui no blog. Assunto não faltou:   - Demissões de treinadores, que já viraram rotina no futebol brasileiro.   - Vitórias seguidas do Vasco, que trazem boas novidades e animam a torcida.   - O início da Série B, que passou quase despercebido, mas já trouxe surpresa: a goleada sofrida pelo Fortaleza. Que feio, Leão!   - E claro, o sorteio da Copa do Brasil, com as tradicionais bolinhas quentes e geladas.   Como o tema da semana acabou ficando restrito à Data FIFA, volto depois com mais “Papo de Bola”.  

Opinião:Tempo perdido

  Se eu gostei do primeiro tempo,  em Itaquera, não posso dizer o mesmo do tempo final. Simplesmente não houve jogo e quem mais apreceu foi o árbitro, que expulsou Everton,  do Flamengo, se Goiânia justamente ou não eu tenho minhas dúvidas.  Só posso dizer que os dois times tiveram medo de osrdet e quando isso acontece acaba a vontade de vencer. Resumindo: O segundo tempo não mrrece comentário e estamos conversados. 

Opinião. Justo empate

 Um bom primeiro tempo em Itaquera, o gol no começo deixa a impressão que seria um jogo fácil. Porém... tem sempre um porém, como no jogo de quinta, contra o Remo, as bolas perdidas no meio campo provocam ataques perigosos e num destes o Corinthians empatou. Qqq

Vasco gigante

  Rodada marcada por contrastes e emoções Vasco 2x1 Grêmio   Em São Januário, o Vasco mostrou força e personalidade diante do Grêmio. A vitória por 2 a 1 foi construída com intensidade e apoio da torcida, que empurrou o time até o fim. O Tricolor gaúcho não se entregou e teve chances claras de empatar nos minutos finais, mas o Gigante da Colina resistiu e subiu mais um degrau na classificação. A atuação reforça a sensação de que o clube perdeu tempo em fases anteriores e agora reencontra competitividade. Remo 4x1 Bahia   Em Belém, o Remo atropelou o Bahia e derrubou a invencibilidade da equipe de Rogério Ceni. O placar de 4 a 1 não deixou margem para interpretações: foi um jogo de domínio azulino e de fragilidade baiana. A derrota expôs falhas e trouxe um tom de humilhação para quem vinha sustentando discurso de força e consistência. Cruzeiro 0x0 Santos   No Mineirão, o empate sem gols refletiu fielmente o que se viu em campo. Pouca inspiração ofensiva...

Dois clássicos em destaque

  Rodada oito do Brasileirão traz dois jogos que mexem com o coração do torcedor carioca. Às 16h, em São Januário, Vasco x Grêmio promete emoção de sobra. O vascaíno raiz não deixará o time sozinho em campo: é jogar junto contra o Tricolor Gaúcho, que chega com corpo e força de fandango. E será que o coração do Renato vai acelerar ainda mais diante desse duelo? Depois das emoções da tarde, vem aí um clássico nacional que cresce em rivalidade a cada temporada. Às 20h30, em Itaquera, Corinthians x Flamengo. Um jogo de resultado imprevisível, sem favorito, mesmo com o Flamengo recuperando força e deixando para trás a má fase. Expectativa máxima para um confronto que pode redefinir rumos no campeonato.