Rios, mares e lagos
Navegando pelas Memórias
Meus momentos sendo registrados para a eternidade. Nesta nova página vamos viajar por rios, mares, lagos e canais pelo mundo — e Veneza abre o roteiro, como não poderia deixar de ser. Afinal, é o topo do turismo internacional.
Nós dois em uma gôndola, ao som de acordeão e violino, com um repertório de canções italianas inesquecíveis que marcaram a vida amorosa do casal. Veneza, 2008 — uma lembrança que ficou guardada na saudade.
Seguimos viagem até o Lago de Zurique, na Suíça, em setembro de 2008. Um lugar incrível. A água quase congelada, as garças desfilando sobre ela e nós, eternos apaixonados, vibrando com cada momento vivido naquela viagem organizada pela CVC e comandada pela Europa Mundo.
E estava mesmo. A temperatura batia zero grau, mas confesso que, naquele instante, um chocolate quente teria sido muito mais bem-vindo.
Voltando um pouco no tempo, lembramos das férias no Nordeste, em 2002. A viagem, também pela CVC, nos levou a Natal e Fortaleza, cinco dias em cada cidade. Na foto estamos em Canoa Quebrada, destino muito procurado por turistas brasileiros em fins de semana e temporadas.
Um quadriciclo esperava na areia para um passeio divertido, quebrando as pequenas ondinhas que chegavam até a praia.
Em outra travessia marcante, atravessamos o Rio da Prata, de Buenos Aires até Tigre. Ali desembarcamos e seguimos viagem de trem até San Isidro e, de lá, retornamos à capital argentina já no cair da tarde.
Passamos um belo dia navegando pelo Prata, a bordo de um catamarã, em companhia das irmãs Teresa e Eliane. A jornada terminou em Puerto Madero, onde fechamos a noite com um churrasco argentino acompanhado de um bom vinho da carta de um restaurante portenho.
Nos canais de Brugges, Marina faz pose para minha Canon enquanto admira a beleza desta cidade medieval tão bem preservada. Conhecida como a “Veneza do Norte”, Brugges encanta visitantes do mundo inteiro.
Estivemos ali em 2011, caminhando pelo centro histórico e conhecendo a história da conservação da cidade, orgulho dos belgas. Também é uma terra famosa pela cerveja e pelo chocolate, dois patrimônios muito bem cuidados.
Seus canais, assim como os de Veneza, são navegáveis e fazem a alegria dos turistas que procuram a cidade para um descanso merecido.
E, já que falamos em canais, impossível esquecer Amsterdã. Ali fizemos um agradável passeio a bordo de uma pequena embarcação — dizem que tipo iate — onde jantamos, bebemos vinho e até dançamos durante a travessia.
Navegando pelos canais de Amsterdã é possível conhecer boa parte da cidade. Enquanto o barco segue seu caminho, a guia vai contando, em português, a história dos lugares que passam diante dos nossos olhos — como a casa de Anne Frank, a jovem holandesa cuja história marcou o mundo e inspirou livros e filmes.
Amsterdã, sem dúvida, valeu a pena.
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