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Revendo textos antigos - Futebol é prá homem?

                   Mulher e o futebol Na quarta-feira, dia de jogo da Seleção Brasileira, minha esposa me fez um convite inesperado: — Vamos ver o jogo juntos. Largue a cerveja e venha assistir comigo, pelo menos neste segundo tempo. Claro que aceitei o apelo. Afinal, foram mais de trinta e cinco anos esperando despertar nela, ainda que apenas nos jogos da Seleção, uma certa paixão pelo futebol. Só havia um pequeno detalhe que atrapalhava. No dia seguinte, durante o almoço, nossa filha Gisele comentou: — Minha mãe fez a maior bagunça e não parava de gritar cada vez que o Brasil perdia um gol. Era exatamente isso. Uma pena que, justamente quando Marina começava a gostar de futebol e a torcer pela Seleção, como milhões de esposas e namoradas neste país apaixonado pela bola, eu e tantos outros torcedores já deixávamos de admirar aquela outrora gloriosa Seleção Canarinho. Faltava ao time justamente o que sobrava às novas torcedoras: amor à c...

Vai torcer pra quem?

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          Agora é bola, suor e coração Das quarenta e oito seleções que iniciaram a caminhada, restam apenas oito. Consequentemente, quarenta já estão em casa, curtindo as fases finais da Copa e escolhendo para quem torcer. E você, amigo leitor do blog e seguidor deste comentarista, já escolheu sua nova seleção? Aqui vão os jogos e os palpites do Pai Penacho. Vamos dividir assim: Lado A: França x Marrocos e Espanha x Bélgica. Lado B: Noruega x Inglaterra e Argentina x Suíça. Já deu para perceber que, das três grandes favoritas, uma ficará pelo caminho ainda nas quartas de final. E, se a lógica prevalecer, França e Espanha poderão fazer uma semifinal de tirar o fôlego. Do outro lado da chave, a favorita Argentina, em tese, terá um compromisso mais tranquilo diante da Suíça. Mas, se confirmar o favoritismo, encontrará uma verdadeira pedreira na semifinal: Noruega ou Inglaterra. E aí, qual será a grande final? França x Argentina? Ou Espanha x Inglaterra? ...

Suíça fecha as quartas de Copa

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O 0x0 em cento e trinta e três minutos, cem no tempo normal e 33 na prorrogação e com algumas boas chances de gols,  poucas mas que um tiquinjo de emoção no tempo normal. A prorrogação foi melhor, apesar do cansaço de 70% dos jogadores em campo.  A decisão da vaga entre Suíça e Colômbia foi para os pênaltis e a Colômbia perdeu três e a Suíça dois o que mostrou o nervosismo dos cobradores. Suíça x Argentina é o último jogo das quartas de final. 

A Argentina não chorou por você...

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Em um cantinho do Armazém, um dos "Pachecos" colocou para tocar, creio que no celular, "Não Chores por Mim, Argentina...", justamente no momento em que o Egito fazia 2 a 0 — aquele gol que, depois, acabou anulado. Na mesma hora, JP, o novo filósofo do boteco, disparou: — Não agoura, não! Isso ainda vai dar uma guinada de cento e oitenta graus, e o Messi vai liderar a virada. Veio então o segundo gol egípcio, desta vez valendo. E, novamente, o rapaz soltou a canção eternizada pelo filme que conta a história de Eva Perón, a musa de muitos hermanos. JP apenas sorriu e, desta vez mais baixinho, para que somente eu e outro companheiro ouvíssemos, comentou: — Ele continua cutucando a onça de longe... Com a vantagem de 2 a 0, o Egito acreditou que o jogo estava decidido. Recuou ainda mais, abriu mão dos contra-ataques — que só voltariam a aparecer depois do empate — e entregou a bola justamente para quem menos poderia receber esse presente. Messi chamou a responsabilidade....

Argentina e Colômbia espeeranças da América do Sul

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Hoje fecham-se as cortinas da Oitavas de Final da Copa 2026, os oito confrontos serão definidos em dois jogos, começando logo a uma da tarde,  horário de Brasília, e muita gente com o  "secador ligado" para impedir que a Argentina siga e o adversário é daqueles que pode dar esperanças aos brasileiros que torcem contra os hermanos da América do Sul, Marrocos é a  maior força africana e repete o grande feito da Copa passada quando chegou às semifinais.  Antes de falar de Suíça x Colômbia, que poderá dar ao continente sul-americano o segundo representante nas quartas, falamos da bela vitória da Bélgica, 4x1 sobre os Estados Unidos, que leva a equipe belga a mais uma quartas de final, um bom time, renovado, e ontem sem De Bruyne, totalmente fora de forma, venceu e convenceu e enfrenta a Espanha já na sexta-feira, dia 10 de julho.  Então fechamos o Papo de Copa com a boa perspectiva sobre a seleção colombiana, faz uma ótima Copa e pode, como disse acima, ser mais uma...

Espanha garante vaga.

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  Jogo em que duas seleções quiseram jogar e deixar jogar. Jogo igual, com chances reais de gols nos dois lados, mas que as duas principais estrelas, CR7 e Yamal,  não brilharam tanto quanto esperavam os seus fãs.  Portugal e Espanha se respeitaram e no segundo tempo, já com cara de prorrogação,  o espanhol Roberto Martinez arriscou e colocou seu time mais ofensivo com Rafael Leão e Bernardo Silva  enquanto De La Fuente fazia o mesmo,  os dois pensando no tempo extra.  Meus destaques foram os dois goleiros com ótimas defesas mostrando que, realmente, foi um jogo que não merecia um 0x0 no tempo normal.  E De La Fuente teve mais sorte com as mudanças,  Merino, que entrara aos 40 fez, aos extatos 45 minutos, o gol que levou a Espanha as quartas de final. 

Opinião de Categoria

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Considerações -  Comentário de José Luiz da Silva - O Categoria    1- o normal em qualquer Copa do Mundo desde sua criação é cada seleção participante voltar de mãos abanando, pois apenas uma volta carregando a auspiciosa e cobiçada Taça de Campeão; 2- nosso Brasil voltou por cinco vezes carregando essa cobiçada Taça — aliás, a atual só duas vezes, pois a taça das três primeiras conquistas, a Taça de Ouro Júlio Rimet, foi surrupiada na sede da CBF e transformada em barra de ouro (nunca descobriram os autores do sumiço); 3- já tivemos seleções muito melhores tecnicamente do que a atual e voltaram de mãos vazias — destaco a de 1966 e a de 1982, que possuíam grandes craques e se deram muito mal. A Seleção de 1966 tinha gênios como Pelé e Garrincha, além de tantos novos valores que vieram a ser campeões em 1970 no México. A Seleção de 1982 foi a que mais machucou nossos corações, pois tinha tantas estrelas que parecia até uma constelação — destaco: Zico, Júnior, Sócrates, Fal...