Empate justo em Dallas
Um primeiro tempo morno, com muito respeito de lado a lado, e o 0 a 0 foi inevitável para Holanda e Japão na abertura do Grupo F, em Dallas.
Mas, na segunda etapa, a partida esquentou. O famoso "pegou no tranco". A Holanda abriu o placar e foi para cima, deixando espaços para os contra-ataques japoneses. E foi assim que saiu o empate: jogada rápida e uma bela finalização de fora da área.
Se o primeiro gol nasceu de um cruzamento para um cabeceio certeiro, o segundo também teve origem pelo alto, mas acabou sobrando no rebote para uma bonita batida de fora da área.
Com 2 a 1 no placar, a Holanda se resguardou e permitiu que o Japão crescesse no jogo. Os dois treinadores mexeram em suas equipes, buscando renovar o fôlego dos times, e os dez minutos finais foram de pressão asiática em busca do empate, enquanto os europeus tentavam administrar a vantagem.
Veio então o castigo dos deuses do futebol. Em uma jogada digna de boliche, com a bola batendo em "pinos" — zagueiros e atacantes —, o Japão colocou justiça no placar: 2 a 2.
As duas seleções ainda se lançaram ao ataque em busca do gol da vitória, mas ele não apareceu, nem mesmo após sete minutos de acréscimos. Um empate justo para um jogo que demorou a engrenar, mas terminou com emoção de sobra.
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ResponderExcluirO Dutra, gosto demais da Copa do Mundo por ser algo deslumbrante. Não existe nenhuma outra competição no futebol que se aproxime da festa de uma Copa do Mundo da FIFA — seus estádios ficam lotados (com algumas exceções); o modo como os torcedores cantam o hino nacional do seu país chega a ser emocionante; as novas regras colocadas pela FIFA para o futebol de todo o planeta começam, em sua maioria, numa Copa do Mundo; todos os jogos têm sido bons ou muito bons. Que coisa espetacular!
ResponderExcluirDigo sempre: em Copa do Mundo, o futebol é apenas um item dos seus componentes — o principal, lógico. No atual mundial tenho observado grande evolução tática, física e na qualidade do futebol praticado por todos os países membros da FIFA; os jogos até aqui têm sido muito bons e, com a sequência, os países donos do futebol mundial avançam naturalmente e os coadjuvantes vão ficando pelo caminho — para que na final possamos ter a apoteótica festa de encerramento e a consagração do grande campeão.
Até aqui, pelos conhecimentos dominados pelos seres humanos, só existe futebol em um único planeta no universo: nossa sagrada Terra.