Vivendo Mônaco na poltrona

 Hoje tem, ou melhor, está acontecendo neste momento em que escrevo, o único GP de Fórmula 1 que faço questão de assistir do início ao fim. E não é apenas pelos pilotos ou pelos carros cada vez mais sofisticados, mas pelo cenário, pela elegância e, principalmente, pela dificuldade de um circuito onde o talento faz a diferença e onde apenas os grandes costumam sobreviver e vencer.

Conheci esse palco mágico em 2008, numa viagem com a Europamundo, que nos proporcionou um passeio inesquecível. Tive ainda a sorte de contar com um motorista português que, a cada curva, explicava detalhes daqueles quilômetros de asfalto desenhados pelas estreitas ruas de Monte Carlo.

É claro que não era dia de Grande Prêmio, mas percorrer aquelas avenidas e vielas foi suficiente para despertar a imaginação. Andar por ali era quase como estar dentro de um daqueles bólidos que agora passam diante dos meus olhos, na telinha da televisão, desafiando muros, curvas e a própria coragem.

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