Libertadores - Surpresas e decepções
Muitas surpresas, como a classificação fácil do Independiente Rivadávia, da Argentina, um clube emergente no país que desbancou gigantes, e chegou empatado com o Flamengo, 16 pontos, como melhor campanha e perdeu apenas no saldo de gols, o chileno Coquimbo Unidos, que marcou forte presença e liderou o Grupo B um dos mais equilibrados das oito chaves da Libertadores.
As decepções foram maiores que as surpresas, a começar pelo River Plate, que nem chegou a fase de grupos e jogou a Sul Americana, e, ainda bem que se classificou em primeiro lugar em seu grupo, assim diminuiu o impacto negativo junto ao torcedor e deixou o grande vexame para seu rival, Boca Júniors, que disputará a repescagem desta mesma Sulamericana com um segundo colocado da fase de grupos.
Os uruguaios não foram bem, seus campeões continentais, Peñarol, que foi o lanterna e está eliminado, e o Nacional, terceiro lugar da chave e que jogam a repescagem, foram as mais fortes decepções depois do argentino Boca Júniors.
Podemos dizer que Palmeiras e Cruzeiro, ambos segundos colocados em seus grupos, foram decepcionantes? No meu pensamento sim, os dois têm times para superar todos os seus adversários em seus grupos, mas ficaram abaixo de Cerro Portenho e Universidad Católica, dois incluídos entre os medianos da competição.
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