Vexame do Peixe e e brilho do Glorioso
Dos seis jogos de hoje, três já foram para o “vinagre”. E nesta garrafa estão o Santos, que levou uma chinelada do Coritiba na Arena de Itaquera, alugada ao Corinthians, e o próprio Corinthians, que fez um grande clássico no Nilton Santos, contra o Botafogo, mas não esperava o brilho intenso de Arthur Cabral, dono do jogo e dos gols no Rio, assim como Breno Lopes foi em São Paulo — o primeiro com três gols, o segundo com dois.
Teve ainda o empate na Fonte Nova, jogo que não vi, nem mesmo os melhores momentos ainda, no 1 a 1 entre Bahia e Grêmio. E os dois tricolores, do Nordeste e do Sul, vivem momentos bem complicados neste Brasileirão de 2026.
Não vou falar do erro do quarto árbitro, lá em Itaquera. Não vi, não estava perto, e quem reclamou foram os santistas. O que aconteceu? O homem da plaqueta de substituição errou o número da camisa — 31 no lugar do 10 — e sacou Neymar do jogo. Confesso que até acredito que tenha feito de propósito, para encerrar o vexame do camisa 10 do Peixe, que ainda sonha em ser chamado por Carlo Ancelotti.
Mas falemos do jogão no Rio, onde Botafogo e Corinthians fizeram uma partida de quatro gols: 3 a 1 para o Glorioso. E o árbitro teve momentos de Armando Marques e outros de Sávio Pereira Sampaio — ou seja, em certos lances, grande árbitro; em outros, apenas um soprador de apito.
Vitória justa do Botafogo, empurrando o Timão para a zona de degola, enquanto o Glorioso respira melhor, mesmo atravessando um de seus momentos mais turbulentos desde a ressurreição do clube, em 2023.
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