FLU DEITOU E ROLOU NO SEGUNDO TEMPO

E acreditei que seria o melhor jogo do Americano. O que vi na primeira parte do primeiro tempo, antes do tempo técnico, deixou a impressão positiva e encheu o torcedor alvinegro de esperanças.

Que nada, o Fluminense empatou, virou e passou a treinar luxuosamente no segundo tempo e Conca, que está em má fase, recuperou a confiança e até Mariano, apagado há algum tempo, fez gol e criou coragem para atacar sem se preocupar com Carlos Alberto, que no segundo tempo tinha perna presa no chão e não deu trabalho.

Quando Éberson, "pregado", fez falta para receber o segundo amarelo e ir para o vestiário mais cedo, percebi que não era um treino de luxo e sim uma pelada de nível duvidoso que o Americano proporcionava aos torcedores de todo o Brasil, que viram a partida pela Globo.

Tá certo, o Fluminense é mais forte e o Americano já cumpriu seu papel no campeonato, ou seja, mantém a tradição de ser o único, além dos grandes, que jamais visitou a Segunda Divisão. Comemorar? Sei lá, me parece muito pouco para quem tem o prestígio do alvinegro campista.

Mais uma prova da instabilidade do futebol alvinegro, no segundo tempo, o lance do quinto gol tricolor, a grotesca furada do goleiro, que deu de presente, outra vez, um gol para Marquinho.

Tá certo, o árbitro ignorou a penalidade de Mariano em Carlos Alberto, mas o que adiantaria aquele gol? Alguém acredita que mudaria a história do jogo? Realmente, os árbitros estão fazendo de tudo para que tenhamos os quatro grandes na semifinal, mas os pequenos não ajudaram em nada nesta Taça Rio.

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