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Copa do Brasil = Jogos dos Cariocas

 Cinco  jogos abrem a nova fase da Copa do Brasil, a quinta fase da edição 2026 e aqueles grandes favoritos, de sempre, entram em campo e, para hoje, dois cariocas, também favoritos, são os primeiros a entrarem em campo em busca da ótima premiação da competição.  No primeiro jogo da fase, às 17 horas, hoje é feriado nacional, o Botafogo recebe o adversário de sábado passado, que foi goleado lá na Arena Condá, a Chapecoense, e, pelo que foi no Brasileirão, aqui na Copa do Brasil pode ser novamente um  jogo de goleada. Será? Vamos aguardar.  À noite, 21:30h, é a vez do Vasco entrar em campo, motivado pela grande vitória sobre o São Paulo, no último sábado, o Almirante já está em Belém, a capital do Pará, para enfrentar o Paysandu que joga a Série B do Brasileirão e por isto mesmo devemos ter o time carioca como favorito para seguir em frente.  Os jogos que completam a rodada de hoje: São Paulo x Juventude, 17h, no Morumbi, Barra-SCx Corinthians, 21:30h, Na Re...

O Rio da minha Aldeia

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Texto de Alexandre Pinto Cardoso, médico, miracemense e cronista por intuição e vocação.  Escreve mensalmente no jornal Liberdade de Expressão. Recolho este título do poema de Fernando Pessoa , assinado por seu heterônimo, Alberto Caeiro ,que enseja tantas interpretações e dúvidas . * O Tejo é o mais belo rio que corre pela minha aldeia/Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia .* O Ribeirao Santo Antônio é o mais belo e resistente rio que corta a minha aldeia .Nascido lá pelos lados da Serra das Flores , recebe vários pequenos afluentes antes e depois de atravessar Miracema até se “tornar o Pomba” ,como Kalil Gibran descreve o trajeto de um Rio ao chegar ao oceano, com sua angustia de se acabar, descobre que se transforma em oceano. Debruçado agora, por dever de ofício, a pesquisar e estudar as repercussões da poluição ambiental para a saúde da Humanidade , lembrei-me do meu rio. O aquecimento global coloca pressão sobre os ecossistemas, acelerando ainda mai...

O cartão do Arrascaeta

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Nem pensar em distorcer meu comentário, concordo com o Cartão Amarelo de ontem, para o capitão do Flamengo, usando a Camisa 14 em homenagem ao ídolo do basquete, Oscar. O árbitro cumpriu a regra, tire a camisa e receba um cartão de advertência, tá na regra e por isto concordo.  Discordo quando o cidadão que após fazer um gol tira a camisa, o chamado "manto sagrado", e a joga no chão onde é pisoteada por companheiros e adversários demonstrando uma total falta de empatia com o clube, o patrocinador, que paga caro e no momento mais marcante da visualização de seu produto é apagado por aquele ato ridículo e antipático, este teria que ser Cartão Vermelho e multa com desconto em seus salários.  Mas voltando ao Cartão Amarelo para o Arrascaeta, ontem, no Maracanã, que concordei, mas como temos VAR para todos os momentos, agora é preciso acionar o VAR para os analistas e auditores da CBF e do TJD. Se revogam punições, diminuem penas após julgamento, que tal anular, por decreto, o car...

Resumo do que vi e não vi na rodada 12

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              Entre o apito e o campo Fiquei devendo o pitaco sobre a vitória do Palmeiras na noite de ontem. Não por descaso, mas por coincidência de agenda: o jogo corria praticamente no mesmo horário do Flamengo, com meia hora de diferença, e naquele intervalo eu me dividia entre assistir e escrever sobre o que acontecia no Maracanã — primeiro e segundo tempo já pedindo registro. Mas, no futebol, quem não vê, ouve. E eu ouvi de quem confio: houve pênalti não marcado para o Athletico Paranaense, já perto do fim, lance que poderia muito bem ter mudado o destino da partida. Reclama-se do VAR, como sempre, como se ali estivesse a solução de todos os problemas. Não está. O VAR pode até corrigir um lance, mas não corrige postura, nem compensa o que deixou de ser feito ao longo dos noventa minutos. Também não vi a derrota do Atlético Mineiro em Curitiba, diante do Coritiba. E aí fica a pergunta inevitável: onde encaixar, agora, a arrogância do zagueiro Lya...

Com suor e inteligência

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  Deu Flamengo no Maracanã Quem olha o 2 a 0 pode até imaginar uma tarde tranquila. Não foi. O jogo teve suas curvas, principalmente num segundo tempo em que o Bahia resolveu sair da toca e incomodar de verdade. Mais solto, mais corajoso, o time de Rogério Ceni empurrou o Flamengo para um jogo menos confortável. Apertou a marcação, abriu pelos lados e obrigou o rubro-negro a pensar mais do que gostaria. Foi ali que o jogo pediu cabeça fria. E é nessas horas que aparece a mão do treinador. Do outro lado, a resposta veio no momento certo. Mexeu quando precisava mexer, arriscou quando o empate começava a dar as caras no horizonte. Saíram Giorgian De Arrascaeta e Everton Araújo. Entraram Nicolás De La Cruz e Saúl. Mudou o ritmo, mudou o jeito de jogar. O time ganhou fôlego, ganhou presença e passou a ter mais controle do que estava escapando. E futebol tem dessas coisas: às vezes é preciso mexer certo e ter aquele empurrãozinho do destino. As peças que vieram do banco participaram dire...

Opinião: tempo de um time so

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  O Flamengo go fez um bom primeiro tempo, jogou contra um time que não quis arriscar e tentou jogar no erro e em uma bola perdida. O Bahia se fechou mas deu espaço,  tomou um gol e poderia,ter levado um outro.  Mas o gol cedo acomodou o time rubro-negro. Muitos passes laterais. Sem profundidade no ataque e dificuldade de encontrar espaço na retranca armada por Rogério Ceni e seus auxiliares.

Flu virou e deixoui Neymar no vácuo

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  E deu Flu na Vila Terminou na Vila Belmiro: Santos 2 x 3 Fluminense. E, a partir de hoje — não sei até quando — ficam duas certezas: o torcedor tricolor não vai gritar “time sem vergonha” por algum tempo, e os jornalistas e “amantes” de Neymar darão uma pausa no coro para que o Menino Ney esteja na lista de Carlo Ancelotti… pelo menos até o próximo jogo do Peixe. O Fluminense mostrou garra, força e vontade para vencer. Do outro lado, o Santos até apresentou alguma coisa enquanto teve fôlego. Mas é um time visivelmente desgastado física e tecnicamente, incapaz de sustentar dois tempos de um jogo corrido, cheio de alternativas no placar e no domínio do campo. Se Neymar não jogou o suficiente para ser notado, Gabriel Barbosa, o Gabigol, pelo menos enquanto teve fôlego, apareceu: correu, fez gol, deu assistência, cometeu falta e, claro, levou cartão amarelo — por reclamação, como manda o figurino. Foi, no meu entender, o melhor do Santos, ao lado de Barreal, autor do segundo gol com ...