Tragédia com avião da Chape mata Bruno Rangel e mais 74 na Colômbia

É muito difícil, muito duro mesmo, para um veterano jornalista esportivo sentar ao computador para escrever sobre uma tragédia, não uma derrota trágica de um time de futebol, e sim uma trágica notícia de um desastre aéreo que dizimou um time de futebol inteiro e ainda por cima levou para o oriente eterno um punhado de companheiros da imprensa. Os meus seguidores já tomaram conhecimento da terrível notícia da madrugada: "Avião que levava a Chapecoense para o primeiro jogo da final da Sul Americana, cai nas proximidades de Medelín,na Colômbia, e mata 76 pessoas, entre estes 21 jornalistas e quase toda a delegação da equipe catarinense". Duro, para quem acompanhou os primeiros passos de um destes jogadores, como eu acompanhei de perto Bruno Rangel (foto acima), atacante campista, artilheiro da Chape. Duro, para quem trabalhou lado a lado, nos estádios da vida, como Vitorino Chermont, jornalista da Fox Sports. Duro para quem um dia teve Mário Sérgio como ídolo no gramado...